Why Dread Full Truth ?

Dread Full Truth is all about true things hard to believe. I'm a skeptical guy, but all skeptical people has to be aware that there is a thin line between skepticism and stubbornness. The are a bunch of things that truly happened, but a few people actually believe it. Why? Good question. People don't believe because they think that's all sham, and the use this as a valid argument. Sham is not argument, is consequence of non valid arguments. It's amazing to see how much impressive things happen around us, and just a few group take notice. Well, I try my best to discover interesting facts (at least for myself), and let's be clear on that one, I'M NOT A SCIENTIST, but I share the same curiosity that pushes this guys forward to the limit. The diference is that they study science like priority, I'm just a guy who faces science like one of the most important things to push ourselves foward, but for me is a passion, not my life. I'm like Bill Bryson in a Short History Of Nearly Everything (an outstanding book by the way). Maybe this is a good chance to share it with similar people.
The truth is not always easy, actually the great truths, are the most weird.
Everything is just a matter of perspective.


Dread Full Truh é a famigerada verdade nua crua. As pesoas em geral são céticas além da medida. Há uma tênue diferença entre ceticismo e teimosia . Há uma infinidade de coisas que ocorrem, são comprovadas, mas não vêm à tona porque isso simplesmente não interessa à mídia ou não interessa às pessoas em geral. Temos que utilizar a internet ao nosso favor. Como aprecio muito aqueles que tentam contribuir com algo de útil na internet, eu talvez faça a minha parte. Eu faço o que está ao meu alcance para descobrir fatos interessantes e ao longo o tempo vou tentar colocá-los aqui. Não sou dos mais assíduos, mas de vez em quando vou postar algo que julgo ser concomitantemente interessante e intrigante.
Ainda vale dizer que NÃO SOU CIENTISTA, mas sou impulsionado pela mesma curiosidade que eles têm, a diferença é que a ciência é uma prioridade em suas vidas, e para mim, é uma paixão. Sou como Bill Bryson no livro Breve História de Quase Tudo (muito bom livro por sinal). Aqui pode ser uma boa chance de partilhar um pouco disso com meus semelhantes.
A verdade nem sempre é simples, aliás, as melhores verdades, são aquelas mais estranhas de se crer.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Os Mapas do Almirante Piri Reis / The Maps of the Admiral Piri Reis



Piri Reis foi como era conhecido o almirante Otomano, chamado Hadji Muhammad. O sufixo Reis foi adicionado ao seu nome em razão de seu posto de almirante. Bem sucedido navegador, combateu por muitos anos com a marinha espanhola, genovesa e venesiana, sendo derrotado apenas pela marinha portuguesa. 


Piri Reis publicou, em 1521, os seus conhecimentos na obra "Kitab-i Bahrieh" (Livro da Marinha).Nela descreve as ilhas e a costa do Mediterrâneo, incluindo referências sobre cartografia até então conhecida e um mapa-múndi que cartografara em 1513.
O interessante que os mapas de Piri Reis só foram descobertos em 1952, no Palácio de Topkapi em Istambul, Turquia. Este palácio foi construído após a conquista de Constantinopla em 1453.


 Esses mapas muito antigos pertenceram ao referido almirante. Dois atlas atualmente conservados na Biblioteca do Estado de Berlim, contém reproduções exatas do Mar Mediterrâneo e das regiões que circundam o Mar Morto. 


Após recolhidos, os mapas foram levados a exames cartográficos. Os resultados falam por si só: segundo cartógrafo americano Arlington H. Mallery, todos os acidentes geográficos estavam presente nos mapas, mas não tinham sido desenhados nas formas e lugares corretos. Assim, foi necessária a intervenção de mais um cartógrafo do Instituto Hidrográfico da Marinha Americana, Mr. Walters. 


Os especialistas transferiram os dados do velho mapa, para um globo moderno e depararam-se com algo extraordinário: os mapas eram rigorosamente exatos. E não apenas em relação aos mares Mediterrâneo e Morto. As costas das duas Américas, assim como os contornos da Antártida estavam delineados com precisão. Os mapas não só reproduziam as linhas costeiras, mas como toda topografia de seus interiores (cadeias de montanhas, ilhas, rios, planaltos,etc) desenhados com exatidão.


Em 1957 os mapas foram entregues ao então Diretor do Observatório Weston e cartógrafo da Marinha Americana. Este também confirmou a exatidão do mapas quanto a regiões que naquela época sequer sonhavam em ser exploradas, e de fato, algumas delas só foram exploradas a partir da segunda metade do séc. XX. 


Há quem acredite, e quando eu digo quem são autoridades científicas e não meras crenças, que os mapas podem ser oriundos de fotografias tiradas de muito alto.


Eis o momento  em que você pode não concordar com a tese das fotografias porque são apenas algumas pessoas que creem em tal hipótese. Mas dizer que isso não não é impressionante, curioso e impossível naquela época é refutar a verdade diante de seus olhos. 
Outro fato curioso, é que os mapas encontrados constituem cópias de outras cópias, não sendo possível determinar de que época realmente vieram os mapas originais. 


Mas mesmo assim, se as cópias datam do período de Piri Reis, quem quer que tenha feitos os originais, com certeza não os fez porque navegou em cada canto isolado e inacessível do planeta. 


Será que alguém voava alto o suficiente para isso? Será que eram fotos? Será que algum (s) louco (s) e extremamente talentosos cartógrafos navegaram por zonas que ninguém sabia que existiam, que eram praticamente impossíveis de navegar (como a Antártida) e conseguiu u conseguiram fazer um mapa preciso?


Curiosidades:



  • estende-se no mapa até ao Rio da Prata, o que demonstra que navegadores portugueses já haviam visitado esse estuário em data anterior a 1513;

  • assinala, pela primeira vez, as localidades do Cabo Frio ("kav Fryio") e do Rio de Janeiro ("Sano Saneyro").

  • o mapa demostra que o seu autor (seja quem for) conhecia a circunferência precisa da Terra;

  • pelas características do mapa a região e o litoral da ilha mostradas na parte onde se localiza a Antártica devem ter sido navegados em algum período antes de 4.000 a.C. quando estas áreas ainda não estavam recobertas com gelo.

  • estudos sugerem que o mapa mostra latitudes precisas do litoral da América do Sul e da costa da África, apenas vinte e um anos após as viagens de Cristóvão Colombo. O próprio Piri Reis deixou registrado no mapa que o confeccionou com base em uma colecção de mapas antigos e complementada por mapas que foram feitos por Colombo.

  • o seu mapa está centrado na cidade de Alexandria, fundada por Alexandre, o Grande, logo tornada um importante centro de convergência de toda a cultura antiga e onde se localizava a maior biblioteca da Antiguidade.

  • descrições de Piri Reis no mapa indicam que alguns dos seus mapas-fonte datam da época de Alexandre, o Grande (332 a.C.).











Piri Reis was as he was known that admiral ottoman, called Hadji Muhammad. The Reis suffix was added to his name because of his rank of admiral. Successful navigator, fought for many years with the Spanish, Venesian and Genoese navys, only being defeated by the Portuguese navy.

Piri Reis published in 1521, his knowledge in the book "Kitab-i Bahrieh" (Book of the Navy). It describes the islands and the Mediterranean coast, including references to maps previously known and a world map charted in 1513.

Interestingly, the maps of Piri Reis were only discovered in 1952 in the Topkapi Palace in Istanbul, Turkey. This palace was built after the conquest of Constantinople in 1453. These very old  maps were part of personal belonging of the admiral. Two atlases currently preserved at the State Library of Berlin, contains exact reproductions of the Mediterranean Sea and the regions surrounding the Dead Sea.

Once collected, the maps were taken to test mapping. The results speak for themselves: according to cartographer U.S. Arlington H. Mallery, all the geographical features were present in the maps, but had not been drawn in the correct places and forms. Thus, it was demanded the intervention of another mapper Hydrographic Bureau of the American Navy, Mr. Walters. Experts have transferred the data from the old map to a globe and modern encountered something extraordinary: the maps were rigorously accurate. And not just in relation to the Mediterranean and Dead seas. Both Americas coastlines, as well as the contours of Antarctica were outlined with precision. 
The maps not only reproduced the coastlines, but how the whole topography of their interiors (mountain ranges, islands, rivers, plateaus, etc.) drawn with accuracy.

 In 1957 the maps were delivered to the acting Director of the Weston Observatory and cartographer of the American Navy. This also confirmed the maps accuracy  of regions at that time, never dreamed of being charted, and indeed some of them have only been explored from the second half of the century XX.
Some people think, and when I say “some people”, I mean scientific authorities who are not mere belief, that the maps can be derived from photographs taken from very high.
This is the moment you may not agree with the photographs theory, because they are only a few people who believe in such a case. But those who say that this is not impressive, curious, and also is impossible to be, are refuting the truth against their eyes.


Another curious fact, is that the maps found are copies of other copies, it is not possible to determine the right time the original maps were made. But even so, if the copies date from the time of Piri Reis, whoever made the original, certainly did not sail through the most isolated and inaccessible corners of the planet.





Does anyone flew high enough for this? Were the maps pictures taken? Will any  crazy  and extremely talented cartographers sailed through areas that nobody knew, which were virtually impossible to navigate (as the Antarctic) and could have succeed on elaborate an accurate map?


Curiosities:



Extends the map to the River Plate, which shows that Portuguese navigators had visited the estuary on a date prior to 1513.


Marks the first time, the locations of the Cabo Frio ("Fryio kav") and Rio de Janeiro ("Sano Saneyro").

Map demonstrates that the author (whoever) knew the accurate circumference of the earth.

Map shows characteristics of the region and the coast of the island shown in the Antarctica where it is located must have been navigated at some period prior to 4,000 BC when these areas were not covered with ice.

Studies suggest that it showed accurate latitudes of the South American coast and the coast of Africa, only twenty-one years afterthe voyages of Christopher Columbus. 

Himself he wrote in the Piri Reis map that concocted based on a collection of ancient maps, supplemented by charts that were drawn by Columbus.

His map is centered in the city of Alexandria, founded by Alexander the Great, soon made ​​an important point of convergence of all the ancient culture was located and where the greatest library of antiquity.

Piri Reis on the map indicate that some of his source maps dating from the time of Alexander the Great (332 BC).














quarta-feira, 20 de julho de 2011

The Wow Signal (08/15/1977)

 The signal was near the 21-centimeter line (1,420-MHz) of hydrogen, where all radio transmissions are prohibited both on and off the Earth by international agreement; it covered only a narrow spread of frequencies unlike the broad-band emission typical of most natural radio sources; and it came from beyond the distance of the Moon. The nearest star in the direction the telescope was pointing is 220 light-years (68 parsecs) away. A source at this distance using a transmitting dish as big as the Arecibo radio telescope (the largest in the world) would require a 2.2 gigawatt transmitter-extraordinarily powerful but not out of the question. Another possibility is that a much weaker signal from a more remote source may have experienced gravitational microlensing by an intervening star. More than 100 subsequent searches of the same region of sky have failed to recover the signal. However, this is not surprising. 


A telescope such as the Big Ear listens to only about one millionth of the sky at a time and a similar dish on another planet would broadcast to only about one millionth of the sky. The chance of an alignment between receiver and transmitter, therefore, would only be about one in a trillion. On the other hand, it is possible that many such, similarly strong, intermittent and highly directional signals, are arriving at the Earth every day. Although the Wow! signal remains unexplained.


The circled alphanumeric code 6EQUJ5 describes the intensity variation of the signal. A space denotes  intensities between 10.0 and 11.0, 'B' to 11.0 to 12.0, etc.). The value 'U' (an intensity between 30.0 and 31.0) was the highest detected by the telescope, on a linear scale it was over 30 times louder than normal deep space. The intensity in this case is the unitless signal-to-noise ratio, where noise was averaged for that band over the previous few minutes.
Two different values for its frequency have been given: 1420.356 MHz (J. D. Kraus) and 1420.4556 MHz (J. R. Ehman). The frequency 1420 is significant for SETI searchers because, it is reasoned, hydrogen is the most common element in the universe, and hydrogen resonates at about 1420 MHz, thus extraterrestrials might use that frequency on which to transmit a strong signal. The frequency of the Wow! signal matches very closely with the hydrogen line, which is at 1420.40575177 MHz. It is worth noting that the two different values given for the frequency of the Wow! signal (1420.356 MHz and 1420.4556 MHz) are the same distance apart to the hydrogen line - the first being about 0.0498 MHz less than the hydrogen line, and the second being about 0.0498 MHz more than the hydrogen line. The bandwidth of the signal is less than 10 kHz (each column on the printout corresponds to a 10 kHz-wide channel; the signal is only present in one column).The location of the signal in the constellation Sagittarius, near the Chi Sagittarii star group. Because of the design of the experiment, the location may lie in either one of the two red bands, and there is also significant uncertainty in the declination (vertical axis). For clarity, the widths of the red bands are not drawn to scale; they should actually be narrower.
The original print out of the Wow! signal, complete with Jerry Ehman's famous exclamation, is preserved by the Ohio Historical Society.


Tradução (translation)



Era 15 de agosto de 1977 e como fazia todas as noites, o radio-astrônomo Jerry Ehman analisava os dados captados pelo radiotelescópio Big Ear, ou "Orelhão", da Universidade de Ohio. Como de costume, a maioria dos sinais captados já eram bem conhecidos do pesquisador e não passavam de emissões provenientes de galáxias e satélites. De repente, um fraco sinal diferente dos demais começou a aumentar gradualmente de intensidade até atingir o pico, decaindo e desaparecendo em seguida. O tempo total de detecção foi de exatos 72 segundos e sua intensidade era tão grande que ultrapassou o limite da escala preparada para as observações.


Pego de surpresa e sem muito tempo para analisar cientificamente o fato, Ehman escreveu ao lado dos códigos que representavam os sinais, na folha impressa pelo computador, a intensidade do evento que acabara de presenciar: “WOW !”


Analisando a posição da antena, conclui-se que as ondas eletromagnéticas detectadas eram provenientes da constelação de Sagitário e tinha a freqüência de 1420.4556 MHz, correspondente à famosa linha de 21 cm do hidrogênio, também chamada de “janela da água” em radioastronomia.A estrela mais próxima que existe naquela direção está a pelo menos 220 anos-luz de distância. Desse modo, se o sinal partiu mesmo daquela região, foi um evento astronômico de gigantesca potência e que até hoje não foi identificado pelos cientistas.




Sinal Diferente
No entanto, o que mais intrigou os pesquisadores e tornou o sinal "wow" particularmente interessante, foi o modo como cresceu e diminui de intensidade durante os 72 segundos de duração. Por que? O radiotelescópio Big Ear não é giratório e sim fixo no solo. Seu movimento de varredura é dado pela própria rotação da Terra e capta os sinais provenientes do espaço através de um feixe de recepção bastante estreito apontado para o infinito. Como em todas as antenas parabólicas ou direcionais, a sensibilidade é maior na região central do feixe, diminuindo nas laterais. Assim, sempre que uma fonte de rádio vinda do espaço cruzava o radiotelescópio, essa aumentava de intensidade quando a rotação da Terra trazia o sinal para o centro do feixe e diminuía logo em seguida.


No caso do Big Ear, a largura desse feixe de recepção era extremamente estreita, com 8 minutos de arco e qualquer sinal que viesse do espaço levava sempre 72 segundos para atravessar o feixe. E foi exatamente isso o que ocorreu naquela noite.




Descartando hipóteses
Se o radiotelescópio tivesse sido alvo de algum sinal da Terra a intensidade iria crescer quase que imediatamente e diminuir também de forma abrupta. Por outro lado, se o sinal fosse proveniente de algum satélite terrestre também não apresentaria o intervalo de detecção de exatos 72 segundos.


Alguns poderiam supor que algum engraçadinho quisesse enganar os pesquisadores, simulando uma transmissão clandestina na faixa da linha do hidrogênio, mas dadas as características do sinal essa hipótese também foi descartada. Como explicado, a antena do radiotelescópio é fixa e possui o feixe de recepção extremamente estreito. Para se ter uma idéia, são necessários quase 6 minutos de varredura para cobrir uma região do céu de tamanho angular igual à Lua. Em outras palavras, o engraçadinho teria que ir ao espaço, permanecer imobilizado, ligar seu transmissor e esperar a Terra posicionar a antena do radiotelescópio à sua frente.


Para ser considerado como vindo de um ponto fixo no espaço, o sinal deveria crescer, atingir intensidade máxima e decair conforme a rotação da Terra movimentasse a antena. Além disso, deveria estar na freqüência da linha do hidrogênio, sugerida para tentar contatos extraterrestres. O sinal "WOW" cumpriu todos esses requisitos, caracterizando-o como uma verdadeira emissão vinda de uma fonte fixa do céu, mas de origem desconhecida.


Naquela ocasião, o próprio observatório levantou a hipótese de que o sinal poderia ser o reflexo de uma transmissão terrestre, rebatida em algum satélite geoestacionário, mas nenhum satélite encontrava-se naquela posição do céu no momento do evento. Pelas razões apresentadas o sinal "Wow" é um forte candidato SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) já que ao que tudo indica, veio de fato do céu e não foi causado por interferência humana.


Dois feixes - Um Sinal
No entanto, um pequeno detalhe pode afetar o otimismo dos pesquisadores. O radiotelescópio da Universidade de Ohio utilizava dois feixes para fazer a varredura, ambos situados lado a lado. Qualquer fonte de sinais que viesse do espaço seria captado no primeiro feixe por exatos 72 segundos e 3 minutos depois também seria detectada pelo segundo feixe por 72 segundos, mas isso não aconteceu. Desde então, diversas experiências foram feitas em diversos comprimentos de ondas, sempre focadas na mesma direção do céu. Receptores mais sensíveis foram utilizados e diversos intervalos de tempo foram escolhidos na tentativa de se captar algum sinal periódico, mas desde 1977 nenhum sinal que chamasse a atenção foi detectado. Até agora, mais de 30 anos depois, não se chegou a uma explicação lógica sobre a origem do famoso sinal WOW.


Por que o Hidrogênio
Todos sabem que o hidrogênio é o elemento mais abundante do Universo. Sua freqüência natural de emissão é 1420.4556 MHz, também chamada de linha de 21 cm ou “janela da água”. Por ser o elemento em maior quantidade no universo, acredita-se que essa também seja a freqüência mais óbvia para se tentar algum contato com outras civilizações, tanto para transmissão como para recepção de sinais. Em 1977 o sinal WOW foi detectado exatamente nessa freqüência.






d,.